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segunda-feira, 14 de maio de 2012

ELENCO QUASE PRONTO PARA "A VOLTA"

E o campeonato estadual ficou com o Coritiba. Parabéns pra elas.

Agora vou opinar sobre o objeto principal do calendário futebolístico atleticano: o retorno à Série A.

Já é possível definir os destaques do elenco rubro-negro: Rodolfo, Gabriel Marques, Cleberson, Manoel, Héracles, Alan Bahia, Deivid, Zezinho, Martin Liguera, Harrison e Guerrón. Praticamente um time.

Tem o Paulo Baier também.

Alguns como o zagueiro Rafael e o atacante Fernandão precisam ser avaliados.

Por jogar fora de sua posição, Renan Foguinho pode ser aproveitado. Nunca gostei dele, mas o guri (que jogou de zagueiro ontem) envergou a camisa rubro-negra como poucos em uma final.

E, como disse o Barilcka, com alguns "reforços pontuais" retornaremos com uma ótima base para 2013.


Sobre os demais jogadores que habitam o CT do Caju, sugiro a diretoria que "reative" o Clube Atlético Alto Vale e mande a turma dar caneladas lá pros lados de Santa Catarina.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

PRA REANIMAR

E o Furacão passeou pela terra do queijo: venceu o Cruzeiro-MG por 2x1 ao natural. Os tentos foram anotados por Guerrão (dono do jogo) e Liguera. 

  
Pra quem não sabe ou não lembra, esse é o mesmo Cruzeiro Esporte Clube que precisou receber ajuda de arbitragem e comprar rival pra não ser rebaixado no nacional do ano passado. A anulação de um gol legal do Furacão em confronto direto e uma vitória em clássico facilitada pelo Atlético Mineiro custaram ao rubro-negro jogar a Série B deste ano.

Mas nada como um dia após o outro.
Não há muito a se dizer sobre esse incontestável resultado. Destaco a raça de Heracles que, mesmo recebendo uma entrada criminosa de um cruzeirense e quase tendo desmaiado, retornou ao gramado.

Agora o Atlético pega o Palmeiras-SP.

Uma curiosidade: no caminho  para a Arena do Jacaré o Busão do Trètis arriou. Os jogadores tiveram de tomar táxis para chegar ao estádio.

O Atlético deixa a terra onde mais se vende o redondo já pensando no atletiba de domingo. E domingo o negócio é entrar em campo e, como disse El Dimanitá no intervalo da partida de hoje, "tentá matá êssa porra aí..."


domingo, 6 de maio de 2012

QUE BAIXE O ESPIRITO DE 90 NESSA GENTE

Em 1990 o povão atleticano presenciou a conquista de um dos mais memoráveis títulos do Furacão: O campeonato estadual. As circunstâncias ocorridas nas partidas finais deram à conquista um sabor único.

Daí vocês me perguntam? Tá, e o que tem isso a ver com a final deste ano??? E eu respondo: Ainda não tem, mas pode ter. E muito.

Não jogar na Baixada, ter sofrido uma goleada do rival durante a primeira fase do torneio, ter um time considerado inferior ao rival, ter um elenco mesclando pratas-da-casa e atletas experientes, ter a imprensa apostando nos verdes: tudo isso ocorreu em 1990.

Assim, o Atlético de Deivid, Baier e Guerrón poderá reencarnar o rubro-negro de Valdir, Kita e Dirceu e fazer história.
 
Aliás, o Guerrão não poderá  jogar a partida de hoje. Nada impede que o negrão guarde tudo pro segundo confronto.

Então, povão, vamos pro jogo.

E que Nossa Senhora da Salette, padroeira do nosso Atlético, faça baixar o espírito de 90 sobre essa gente.


LEMBRANDO A VELHA RAÇA

A vitória pelo placar mínimo sobre o Cruzeiro-MG pela Copa do Brasil dificultou uma possível classificação para a próxima fase. Os dois gols perdidos, por Patrick e Héracles respectivamente, são imperdoáveis e poderão custar muito caro ao rubro-negro.
 
 
O time mineiro terá duas vantagens na próxima partida: Joga em casa e tem um time menos limitado que o nosso.
 
O fato marcante da partida foi a raça demonstrada pelo lateral Gabriel Marques. Mesmo com o ombro deslocado e sentindo dores, o jogador permaneceu em campo e ajudou a garantir a vitória. Ele não poderia ser substituído, já que as três alterações permitidas já haviam ocorrido.

 Imagem: Globoesporte.com
  
Quando eu falo de raça aqui no Blog, eu falo disso.

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E quanto ao gols que Patrick e Héracles perderam até existe perdão. É bem simples, piazada: Basta estufar a rede da coxarada neste domingo e garantir a vitória atleticana que está tudo certo.


domingo, 29 de abril de 2012

FURACÃO DE MESA

Não sei vocês, mas eu gostava muito de jogar futebol de mesa (ou futebol de botão) quando era piá. Lembro que meu avô me levou até as Lojas Fedato (meu avô é coxa, então me levou numa loja de coxa... fazer o que...) e me presenteou com um lindo jogo de futebol de mesa do Atlético. Não era profissional, mas era lindo. Aliás, É lindo, pois tenho esse jogo até hoje na cartela original, muito bem guardado.

O futebol de mesa sempre foi uma das maneiras mais clássicas e diplomáticas de se "praticar" futebol. Afinal, não se vê um malaco fedorento depredando terminal de ônibus porque perdeu no jogo de botão.

Mas futebol de mesa não é apenas coisa de quem foi adolescente há mais tempo. Aliás, encontrei vários blogs onde a turminha disponibiliza estampas bem maneiras (escudos) para os botões.

No Blog Tribuna do Botão um presente para os mais velhos: Os escudos (com foto) do time do Atlético que disputou o Brasileirão de 1977. Raridade absoluta.

Já o Blog Sandesign abordou épocas diferentes do rubro-negro: Além do escrete de 1983 (com a rara camisa "meio a meio" e patrocínio do Bamerindus) tem o time campeão brasileiro de 2001 e mais dois jogos recentes (2010 e 2011).

Imagem: Blog Sandesign
 
Para os mais novos o Blog Escudinhos disponibilza todos os uniformes oficiais desde 2008 em altíssima qualidade. Tem até o desenho da tesourinha em volta dos escudos pra ninguém fazer cagada na hora de cortar.

Muito melhor do que no meu tempo quando, no máximo, dava pra recortar aqueles escudinhos sem-vergonha da Revista Placar. 

 

terça-feira, 24 de abril de 2012

A ERA DO CONFORMISMO

Meus caros e minhas caras, parece que continuamos na era do conformismo. Lá se foi outro atletiba em que fomos derrotados e o discurso óbvio de "erguer a cabeça e seguir em frente" continua.

Há algum tempo os mesmos problemas ocorrem no confronto com os verdes: O time entra em campo com o freio de mão puxado, a arbitragem ajuda e perdemos para um adversário limitadíssimo.

Sobre o apito nem preciso dizer nada. Afinal, jogamos contra a equipe mais favorecida pela arbitragem em 2012.

A respeito do time, Manél, Baier e Guerrão, nossos melhores jogadores, não foram decisivos como deveriam. O restante é um misto de qualidade mal aproveitada com limitação técnica e teimosia.

Assim, o rubro-negro perdeu a chance de conquistar antecipadamente o campeonato. Mas nada está perdido. Aliás, nós estamos garantidos nessa final de campeonato faz um bom tempo.

E assim, o Atlético terá mais uma vez a chance para provar que as coisas são diferentes. Mais uma chance para Carrasco. Mais uma chance para Manoel, Baier e Guerrón. E tudo pode mudar.



sábado, 21 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

NO CREO

Ladies and Gentlemen, sorry for the late...


Hoje com um time bastante mudado o Atlético empatou com o Corinthians Paranaense em 1x1 e, embora seja finalista do estadual, desperdiçou a chance de conquistar o título antecipado.

O jogo até foi razoável na primeira etapa. Mas o que realmente marcou a jornada dominical foi a "tacada de mestre" do técnico Carrasco: Ele tirou o atacante Ricardinho e colocou o zagueiro Manoel como centroavante. 

Graças ao toró desta tarde somente 211 pessoas viram essa bizarrice. Aliás, esse foi o menor público envolvendo jogos do Atlético do qual me lembre.


A turma tava até se conformando com as invencionices do treinador atleticano, mas depois dessa...
 
 

quinta-feira, 8 de março de 2012

O ATLÉTICO E A COPA DO BRASIL

O Atlético ainda não entrou em acordo com a Copa do Brasil. Desde que começou a disputar a competição o clube sempre realizou campanhas irregulares. Poucos foram os momentos brilhantes do clube nas edições do torneio conhecido como "o caminho mais curto para a Libertadores".

A sinopse é a seguinte: O primeiro jogo do Atlético é no norte ou nordeste contra um time folclórico, exótico ou inusitado. Dificilmente tem transmissão da TV a cabo. A transmissão radiofônica é terrível: O áudio parece sair de um telefone barato e o locutor narra o gol adversário bem depois do grito da torcida local. Aliás, a comemoração da torcida  lembra um estádio com 45 mil pessoas quando na verdade o campo (com nome de ex-prefeito) tem no máximo 6.439 pessoas.

O craque do time da casa é aquele baixinho que corre igual a um condenado. Provavelmente esse jogador faça gol. Se isso ocorrer, o narrador dirá que o goleiro atleticano falhou e o repórter íra declarar que o nanico poderia até jogar em um grande clube da nossa capital. O jogo terminará ao som de irritantes buzinas ao fundo (cada um tem a vuvuzela que merece). Possivelmente terá havido um empate.

No jogo da volta o Atlético vencerá mesmo jogando pouco. Depois disso o Atlético seguirá na competição até tropeçar nas próprias pernas e abandonar o "atalho" para as Américas.


Ontem o time não empatou, mas perdeu para o Sampaio Correia por 2x1. Agora é aguardar o jogo de volta e torcer para que a história do Furacão na sequência da competição seja diferente esse ano.